
Título: Flauvertes Fúgubres Aspirais
Autor: Pedro Nilo
Sinopse: Desde o meu primeiro contato com a escrita do Pedro, sempre entendi que ele dizia de pessoas, de todas elas, eles, nós, ele, elas. Feito bacia em franco reflexo, espelho abrasivo que acolhe quando indaga o escritor: “Já parou pra pensar tudo que um corpo carrega?” Pedro já. Retirando dos bolsos verbos afiados, adjetivos dissecados e ideias embebidas em humanidade, nos mostra, letra após letra, que “existir é”, de fato, “uma fatalidade. ”Não ouso dizer dos Flauvertes, eles que são fúgubres. Há suficientes qualidades e tipologias destes para que ao final – há final? – cada leitor já tenha identificado a menos um de seus Flauvertes particulares. Das aspirais... Bom. Há a assinatura de Pedro em todas elas, como não poderia deixar de ser. Iniciamos uma linha com a cabeça sobre um pescoço, logo à frente, já não sabemos mais. Por isso, sentidos atentos, olhos afiados! Ana Luíza Freitas Acabamento: Paperback. Peso: 66g. Dimensões: 22 x 14 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Flauvertes Fúgubres Aspirais”, de Pedro Nilo, publicado pela editora Poesia Impossivel, em 2022 e com 66 páginas, integra a categoria Poesia - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Poesia Impossivel
Páginas: 66
Ano: 2022
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9789893721155
Sobre a editora
Os livros da editora Poesia Impossível convidam o leitor a uma imersão em experiências poéticas marcadas pela reflexão íntima e pela conexão com emoções humanas complexas. A leitura costuma ser contemplativa, com ritmo que varia entre o delicado e o intenso, explorando temas como amor, memória, cidade e existência. As obras frequentemente apresentam narrativas em versos que mesclam o pessoal e o coletivo, ora com um tom mais introspectivo, ora com uma visão que dialoga com o mundo ao redor. O catálogo revela uma poesia que se constrói tanto no silêncio da alma quanto na efervescência das transformações cotidianas, com linguagem acessível, mas carregada de significados.
