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Flores Caídas no Jardim do Mal

Título: Flores Caídas no Jardim do Mal

Autor: Mons Kallentoft

Sinopse: O sol primaveril brilha em Linköping, no centro da Suécia, e aquece os poucos habitantes, ainda pálidos da escuridão de um inverno prolongado, que ousaram sair para tomar café nas esplanadas da cidade. Já há andorinhas a voar em círculos no céu e as bancas de flores já exibem tulipas coloridas. Uma mulher passeia com as duas filhas pela Praça Grande da cidade e dirige-se à caixa automática de um banco para levantar dinheiro. E, subitamente, há um som aterrador que atravessa a cidade e faz estremecer as construções mais sólidas e os corações mais endurecidos. Momentos depois, Malin chega à praça e a visão que a atinge dificilmente poderá ser apagada. Num manto de flores despedaçadas e ramos espalhados há vidros partidos, o sapato de uma criança, um pombo a debicar o que aparenta ser um pedaço de carne e, a pairar sobre este cenário de tragédia, um silêncio absolutamente ensurdecedor. Alvo de um atentado, Linköping nunca mais será a mesma.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Flores Caídas no Jardim do Mal”, de Mons Kallentoft, publicado pela editora Dom Quixote, em 2012 e com 472 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Dom Quixote

Páginas: 472

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9722050338

ISBN13: 9789722050333

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mons Kallentoft leva o leitor a um ambiente onde o clima e as estações do ano se entrelaçam com a investigação policial, criando uma atmosfera densa e quase palpável. A narrativa é marcada por um ritmo que combina momentos de tensão crescente com pausas introspectivas, especialmente ao explorar a vida pessoal da detetive Malin Fors, que carrega suas próprias fragilidades e conflitos. As descrições do cenário, muitas vezes uma pequena cidade sueca, são detalhadas e evocam imagens vívidas, desde a neve cobrindo pistas até a explosão abrupta que rompe a calmaria. A prosa parece equilibrar o suspense do enigma criminal com o drama humano, revelando personagens complexos que lutam para manter o controle diante de segredos e traumas. Essa combinação cria uma experiência de leitura que desafia o leitor a refletir sobre o impacto do passado na busca pela verdade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.

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