
Título: Sangue No Outono
Autor: Mons Kallentoft
Sinopse: No fosso do castelo medieval Skogså, no centro da Suécia, flutua o cadáver do seu dono, o advogado Jerry Petersson, esfaqueado com quarenta golpes no ventre. Para desvendar o misterioso assassinato, foi escalada a experiente detetive Malin Fors. As suspeitas da inspetora recaem sobre os antigos proprietários do local, a aristocrática família Fågelsjö que, com muita relutância, colocou o castelo à venda. Ao mesmo tempo, as investigações levam-na a se questionar sobre quem era realmente o impulsivo Petersson. Para complicar ainda mais a montagem do quebra-cabeça, Malin atravessa problemas familiares com o ex-marido, Janne, e com a sua filha, Tove, além de um atrito com os seus pais. Todos esses transtornos levam Malin a beber desmedidamente, com consequências diretas no seu desempenho profissional.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sangue No Outono”, de Mons Kallentoft, publicado pela editora Benvirá, em 2013 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Benvirá
Páginas: 496
Ano: 2013
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582400527
ISBN13: 9788582400524
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,692
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Benvira oferecem um mergulho em temas que vão do cuidado com a saúde e o bem-estar à reflexão sobre relações humanas e desafios contemporâneos. A leitura costuma ser clara e acessível, com obras que trazem explicações didáticas sobre doenças crônicas, direitos civis, educação e desenvolvimento pessoal, mas também se estende a narrativas que exploram a subjetividade, memórias e histórias com densidade emocional. O catálogo revela uma preocupação em dialogar com públicos variados, incluindo jovens, profissionais e leitores interessados em temas práticos e existenciais, sempre com um tom que privilegia o entendimento e o aprofundamento sem perder a fluidez.
