
Título: Fole Roncou!: Uma Historia do Forro
Autor: Carlos Marcelo
Sinopse: Um dos mais autênticos gêneros musicais brasileiros, o forró tem uma história cheia de episódios marcantes. Nascido a partir da mistura de ritmos nordestinos como baião, xaxado, coco, arrasta-pé e xote, existe há sete décadas, sobrevivendo aos muitos modismos. O fole roncou! reconstitui sua trajetória e revela histórias curiosas e divertidas de grandes nomes da música popular, como Luiz Gonzaga, personagem central dessa trama; Jackson do Pandeiro, Marinês, Dominguinhos, Trio Nordestino, Genival Lacerda, Anastácia, Antonio Barros e Sivuca. Os autores realizaram mais de 80 entrevistas e uma ampla pesquisa. O resultado é um livro cheio de histórias contagiantes, marcadas pela sanfona, por muito suor e chamego.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Fole Roncou!: Uma Historia do Forro”, de Carlos Marcelo, publicado pela editora Zahar, em 2012 e com 504 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Zahar
Páginas: 504
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8537809160
ISBN13: 9788537809167
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,685
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
