
Título: FRANKENSTEIN: Romantismo, Filosofia e Ciência
Autor: Guilherme Galvão de Figueiredo
Sinopse: Frankenstein: Romantismo, Filosofia e Ciência ao fim do século XVIII e início do XIX. ("Para ser imortal, uma obra precisa ter tantas qualidades que não é fácil encontrar alguém capaz de compreender e valorizar todas" --- Schopenhauer). O presente trabalho tem o intuito de analisar o romance Frankenstein, de Mary Shelley, como um objeto histórico que configura uma expressão de seu tempo. Colocando-o sob o prisma do Romantismo e das transformações nas visões de mundo do final do século XVIII e início do XIX, traçando a evolução nas mudanças de paradigmas estéticos, filosóficos e científicos que culminaram nas diferentes cosmovisões existentes no período em que foi escrita a obra, o trabalho irá mostrar a reflexão e a crítica social presente no livro A crítica romântica ao cientificismo sem moral nem ética dos racionalistas/mecanicistas, na busca do saber e do progresso da Humanidade. ==== http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/21350/000737136.pdf?sequence=1
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “FRANKENSTEIN: Romantismo, Filosofia e Ciência”, de Guilherme Galvão de Figueiredo, publicado pela editora Ufrgs, em 2009 e com 36 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ufrgs
Páginas: 36
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora UFRGS costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com um olhar atento a temas sociais, culturais e científicos. O catálogo privilegia obras que exploram contextos históricos e políticos, como análises da Guerra Fria no Brasil, ao lado de publicações que discutem práticas contemporâneas, como a economia solidária e as redes agroalimentares. A linguagem tende a ser densa e didática, voltada para leitores que buscam aprofundamento e reflexão crítica, com textos que mesclam teoria e exemplos práticos. Além disso, há espaço para abordagens interdisciplinares, como estudos sobre ergonomia em bibliotecas e exposições culturais ligadas à ciência e tecnologia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras mais informativas, sempre com foco em temas que dialogam com a pesquisa universitária e a produção intelectual.
