
Título: Fury's Kiss
Autor: Karen Chance
Sinopse: Dorina Basarab is a dhampir: half-human, half-vampire. Subject to uncontrollable rages, most dhampirs live very short, very violent lives. But so far, Dory has managed to maintain her sanity by unleashing her anger on those demons and vampires who deserve killing... Dory is used to fighting hard and nasty. So when she wakes up in a strange scientific lab with a strange man standing over her, her first instinct is to take his head off. Luckily, the man is actually the master vampire Louis-Cesare, so hes not an easy kill. It turns out that Dory had been working with a Vampire Senate task force on the smuggling of magical items and weaponry out of Faerie when she was captured and brought to the lab. But when Louis-Cesare rescues her, she has no memory of what happened to her. To find out what was done to her - and who is behind it - Dory will have to face off with fallen angels, the maddest of mad scientists, and a new breed of vampires that are far worse than undead...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Fury’s Kiss”, de Karen Chance, publicado pela editora Penguin Books, em 2012 e com 536 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 536
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0451413237
ISBN13: 9780451413239
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
