
Título: Génie de la Laïcité
Autor: Caroline Fourest
Sinopse: La laïcité est devenue un enjeu mondial et passionnel. On lui fait dire n’importe quoi. Il y a ceux qui voudraient l’adapter à l’Islam, l’accommoder, l’ouvrir ou tout céder. Et ceux qui, au contraire, voudraient interdire le voile à la plage ou à l’université. « Ni capitulation, ni persécution », disait Ferdinand Buisson, un des pères de l’école laïque. C’est la ligne de ce livre. Il répond aux faux-procès, dévoile la guerre culturelle menée par les partisans du modèle américain, retrace l’histoire de la loi de 1905 et de l’école laïque jusqu’à nos jours, éclaire les lignes de fractures, et propose un manifeste pour une politique réellement laïque, fidèle à l’esprit de la Séparation. Lucide, limpide et indispensable, cet ouvrage défend une vision combattive et équilibrée du modèle français de laïcité, qui n’est pas un glaive, mais un bouclier.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Génie de la Laïcité”, de Caroline Fourest, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2018 e com 307 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 307
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253180157
ISBN13: 9782253180159
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
