
Título: George Steiner. À Luz de Si Mesmo
Autor: Ramin Jahanbegloo
Sinopse: O filósofo iraniano entrevista, neste livro, aquele que encarna seguramente uma das maiores consciências de nosso fim de século. [...] Um espírito livre e independente, à margem de todo sistema, junto ao qual se combina a exigência ética de um ''''sobrevivente'''' com a preocupação ontológica de um ''''mestre da leitura''''. ''''Nós somos aqueles que vêm depois; sabemos doravante que um homem pode ler Goethe ou Rilke à noite, desfrutar de trechos de Bach ou de Schubert, e na manhã seguinte, ocupar-se de seu trabalho cotidiano em Auschwitz. Dizer que ele leu sem compreender ou que fez que não ouviu é uma escapatória demasiado fácil. Será por sabermos quais podem ser as consequências para a sociedade e para a literatura, ao passo que de Platão a Mattew Arnold e Alain a esperança baseada na força humanizante da cultura tornou-se quase um dogma, é que todos creem no valor desta energia espiritual inspiradora do comportamento? Além do mais, as instituições que tinham o encargo de promover a civilização e de divulgar os resultados - universidades, artes, publicações - não somente não souberam se opor com eficácia à barbárie política, porém, a glorificaram, com frequência concederam-lhe honras e a cobriram de elogios.''''
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “George Steiner. À Luz de Si Mesmo”, de Ramin Jahanbegloo, publicado pela editora Perspectiva, em 2003 e com 222 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Perspectiva
Páginas: 222
Ano: 2003
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527305313
ISBN13: 9788527305310
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,214
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
