
Título: Isaiah Berlin. Com Toda Liberdade
Autor: Ramin Jahanbegloo
Sinopse: Em ''''Isaiah Berlin - Com Toda Liberdade'''' encontram-se os depoimentos daquele que hoje é considerado como o mais eminente representante da história das idéias no Ocidente. Amigo de Auden e Stravinski, autor de uma impressionante série de artigos, ensaios, conferências e livros que compõem uma dezena de volumes, sir Isaiah Berlin é um dos mais fecundos e sagazes expoentes da reflexão e da análise moderna no domínio da filosofia política e da crítica social, em suas diferentes expressões - teoria e práxis. Neste volume - uma série de diálogos com Ramin Jahanbegloo, ensaísta e filósofo - temos um programa da obra de Berlin, delineado por ele mesmo, numa linguagem despida de modismos eruditos, fazendo surgir desta retrospectiva, que também é a de sua vida, a imagem de alguém que nunca deixou de se apaixonar pela liberdade.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Isaiah Berlin. Com Toda Liberdade”, de Ramin Jahanbegloo, publicado pela editora Perspectiva, em 1996 e com 258 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Perspectiva
Páginas: 258
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852730077X
ISBN13: 9788527300773
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
