
Título: Gerald Thomas: Arranhando a Superficie
Autor: Gerald Thomas
Sinopse: Gerald Thomas – Arranhando a superfície apresenta os desenhos e ilustrações desse grande diretor/encenador consagrado pela crítica teatral, até agora desconhecidos pelo grande público. Começou a desenhar ainda adolescente, tendo convivido com artistas como Fayga Ostrower, Hélio Oiticica, entre outros. Em Nova York na década de 1970, tornou-se ilustrador da página de opinião do The New York Times, fez desenhos vendidos aos montes nas lojas de pôsteres da cidade, ilustrou capas para revistas como Vanity Fair e Harper, e seguiu desenhando ao longo da vida como parte do exercício de construção de seus espetáculos. Com mais de 130 desenhos – muitos deles inéditos – essa edição bilíngue conta ainda com textos de Isabel Diegues, Zuenir Ventura e Antonio Gonçalves Filho.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Gerald Thomas: Arranhando a Superficie”, de Gerald Thomas, publicado pela editora Cobogó, em 2012 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Cobogó
Páginas: 224
Ano: 2012
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560965386
ISBN13: 9788560965380
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,727
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 20,50
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
