
Título: Girassóis maduros
Autor: Léo Prudêncio
Sinopse: Ler girassóis é tarefa para poucos. Ler girassóis (e não quaisquer girassóis) mas os maduros requer algumas habilidades. A primeira: ser poeta de natureza, mas da natureza observável das coisas. Segundo, um silêncio próprio, como o caramujo solitário, mochileiro errante ou como na definição do escritor para poeta: arquipélago entre paredes de folhas brancas. Em versos/haicais Léo Prudêncio nos apresenta a felicidade da descoberta matutina entre sóis, jacarandás, pássaros e depois a solidão descontente e saudosa de quem sabe a dor da palavra. A natureza é irascível como a poesia. Mas Girassóis Maduros deixam sementes, marcam a terra e o passar do sol, e do tempo. É antes de tudo, poesia. Poesia, que como as estrelas, não se intimida pelo latir incessante do cachorro ou pelo sol amputado por nuvens em Goiânia.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Girassóis maduros”, de Léo Prudêncio, publicado pela editora Moinhos, em 2017 e com 68 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Moinhos
Páginas: 68
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592579295
ISBN13: 9788592579296
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.
