
Título: Good Morning, Midnight
Autor: Jean Rhys
Sinopse: An unforgettable portrait of a woman bravely confronting loneliness and despair in her quest for self-determination, Jean Rhys's Good Morning Midnight includes an introduction by A.L. Kennedy in Penguin Modern Classics. In 1930s Paris, where one cheap hotel room is very like another, a young woman is teaching herself indifference. She has escaped personal tragedy and has come to France to find courage and seek independence. She tells herself to expect nothing, especially not kindness, least of all from men. Tomorrow, she resolves, she will dye her hair blonde. Jean Rhys was a talent before her time with an impressive ability to express the anguish of young, single women. In Good Morning, Midnight Rhys created the powerfully modern portrait of Sophia Jansen, whose emancipation is far more painful and complicated than she could expect, but whose confession is flecked with triumph and elation. One of the most honest and distinctive British novelists of the twentieth century, Jean Rhys wrote about women with perception and sensitivity in an innovative and often controversial way.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Good Morning, Midnight”, de Jean Rhys, publicado pela editora Penguin Books, em 2015 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 176
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780141183930
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
