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Wide Sargasso Sea

Título: Wide Sargasso Sea

Autor: Jean Rhys

Sinopse: Wide Sargasso Sea is a 1966 postcolonial parallel novel by Dominica-born author Jean Rhys. Since her previous work, Good Morning, Midnight, was published in 1939, Rhys had lived in obscurity. Wide Sargasso Sea put Rhys into the limelight once more, and became her most successful novel. The novel acts as a prequel to Charlotte Brontë's famous 1847 novel Jane Eyre. It is the story of the first Mrs. Rochester, Antoinette (Bertha) Mason, a white Creole heiress, from the time of her youth in the Caribbean to her unhappy marriage and relocation to England. Caught in an oppressive patriarchal society in which she belongs neither to the white Europeans nor the black Jamaicans, Rhys' novel re-imagines Brontë's devilish madwoman in the attic. As with many postcolonial works, the novel deals largely with the themes of racial inequality and the harshness of displacement and assimilation.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Wide Sargasso Sea”, de Jean Rhys, publicado pela editora Deutsch (UK) & W. W. Norton (USA), em 1966 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Deutsch (UK) & W. W. Norton (USA)

Páginas: 192

Ano: 1966

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jean Rhys é um mergulho em atmosferas densas e melancólicas, onde a solidão e a busca por identidade se entrelaçam em narrativas profundamente pessoais. A prosa, muitas vezes simples e lírica, cria imagens vívidas de ambientes que vão do Caribe tropical à fria e opressiva Inglaterra, contrapondo exotismo e isolamento. O ritmo varia entre o contemplativo e o tenso, refletindo o estado emocional das personagens que enfrentam rejeição, desajuste social e conflitos internos. A tensão dramática se constrói na ambiguidade das relações humanas e no peso das memórias, deixando no leitor uma sensação de inquietação e reflexão sobre pertencimento e liberdade. Os livros de Jean Rhys exploram a fragilidade feminina com uma sensibilidade que evita o sentimentalismo, preferindo uma honestidade crua e, por vezes, amarga.

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