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Grãos: Poemas de lembrar a infância

Título: Grãos: Poemas de lembrar a infância

Autor: Ieda Estergilda de Abreu

Sinopse: As memórias infância-juventude impressas neste livro são habilmente mescladas por uma visão retroativa e prospectiva da autora. Lá estão fundidas duas visões infantis — uma sob o ângulo de alguém enquanto criança, embora não mais criança; outra, a criança ainda criança. Logo no início do livro, quase que como um código a ser memorizado, a autora se situa claramente dentro do seu passado: “estou de azul no primeiro/degrau da escada olhando/as frutas verdes. as frutas/quietas respiram. encosto/a boca no seu rosto/adormecido e constato/a textura de pêssego, manga/maçã”. E assim também se situará o leitor como espectador de vidas que começarão a se desenrolar dentro da “narrativa” dos poemas. Pois o livro é quase uma novela em poesia, possui sequências narrativas. É isso que torna Grãos um livro melancolicamente doce, nos conduzindo todo ele ao repouso. Joyce Cavalcante

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Grãos: Poemas de lembrar a infância”, de Ieda Estergilda de Abreu, publicado pela editora Urutau, em 2022 e com 52 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Urutau

Páginas: 52

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6559004368

ISBN13: 9786559004362

    Sobre a editora

    A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.

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