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Gustavo Rosa - a Invenção do Paraíso

Título: Gustavo Rosa - a Invenção do Paraíso

Autor: Jacob Klintowitz

Sinopse: Esta edição reúne um conjunto de 1.131 obras de Gustavo Rosa catalogadas e certificadas pelo instituto que leva seu nome entre janeiro de 2014 e junho de 2019; dá consistência à missão de promover o resgate, a catalogação, a divulgação e a democratização da obra do artista a quem reverencia. Curada por Jacob Klintowitz, um dos mais respeitados e importantes críticos de arte do país, mostra a trajetória vivida pelo artista nos quase 50 anos em que transformou telas e outros suportes em poesia pictórica, trazendo à luz um lúdico universo artístico repleto de cor, alegria e alto astral, a sublime invenção de um paraíso muito pessoal, criado na esteira das muitas influências que recebeu de grandes ícones que admirava na pintura nacional e internacional. Um banco de dados com este acervo, acrescido de obras certificadas mais recentemente, está disponível no site do IGR, contribuindo para o acesso do público em geral e, particularmente, para a pesquisa de arte-educadores que, há décadas, ministram a simplicidade mágica dos traços de Gustavo em suas aulas de arte em escolas por todo o país. Acabamento: Capa Dura. Peso: 2000g. Dimensões: 32 x 24 x 3.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Gustavo Rosa – a Invenção do Paraíso”, de Jacob Klintowitz, publicado pela editora Yellow Editores, em 2019 e com 303 páginas, integra a categoria Artistas. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Yellow Editores

Páginas: 303

Ano: 2019

Edição: 1ª EDIÇÃO

Linguagem: Português

ISBN:

ISBN13: 9788554116019

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacob Klintowitz conduz o leitor a uma imersão na arte brasileira por meio de textos que combinam rigor crítico e sensibilidade. A prosa se apresenta clara e direta, mas com um toque de reverência que valoriza o processo criativo e a memória cultural. O ritmo é contemplativo, permitindo que cada obra visual ganhe espaço para ser percebida em sua complexidade e significado. A tensão está na articulação entre o olhar histórico e a celebração da liberdade artística, criando um equilíbrio entre análise e emoção. Frequentemente, o foco recai sobre a relação entre o artista, sua obra e o espaço social, convidando o leitor a refletir sobre a preservação da criatividade e da identidade cultural. Essa experiência é marcada por uma escrita que respeita o leitor, sem pressa, mas com firmeza na construção da narrativa.

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