
Título: Haroun e mar de histórias
Autor: Salman Rushdie
Sinopse: Epopeia do filho de um contador de histórias que tenta devolver o dom da palavra ao pai. Em sua aventura rumo ao Mar de Histórias o jovem Haroun se depara com inúmeros obstáculos que têm de ser vencidos para que seu pai recupere a inspiração perdida. Um livro que encanta pela fabulação inteligente e pelos jogos de linguagem. Rashid, um contador de histórias profissional, é o próprio "mar de ideias". Um dia, porém, ele perde o dom da palavra, e com isso perde também seu ganha-pão e toda a alegria de viver. É então que seu filho Haroun descobre que toda história vem de um grande mar de histórias, o que o faz entregar-se à fantástica aventura de ir em busca das palavras. Escapando de muitos perigos, Haroun conseguirá vencer as tenebrosas forças da escuridão e do silêncio. Uma narrativa bem-humorada, uma defesa da criação, da fantasia e da liberdade, uma celebração da alegria de contar histórias e do prazer de ouvi-las.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Haroun e mar de histórias”, de Salman Rushdie, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2012 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 184
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
