
Título: Haroun e o Mar de Histórias
Autor: Salman Rushdie
Sinopse: Rashid, um contador de histórias profissional, é o próprio "mar de idéias". Um dia, porém, ele perde o dom da palavra, e com isso perde também seu ganha-pão e toda a alegria de viver. É então que o filho de Rashid, Haroun, descobre que toda história vem de um grande mar de histórias, o que o faz entregar-se à fantástica aventura de ir em busca das palavras. Escapando de muitos perigos, Rashid conseguirá vencer as tenebrosas forças da escuridão e do silêncio.Salman Rushdie dedicou essa história a seu filho Zafar, então com nove anos: uma narrativa bem-humorada, uma defesa da criação, da fantasia e da liberdade, uma celebração da alegria de contar histórias e do prazer de ouvi-las.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Haroun e o Mar de Histórias”, de Salman Rushdie, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
Ano: 1998
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571647674
ISBN13: 9788571647671
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,199
- Altura (cm): 15,50
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
