
Título: O Chão Que Ela Pisa
Autor: Salman Rushdie
Sinopse: Na década de 50, Ormus, indiano de família rica, torna-se um astro da música popular, um John Lennon oriental. Vina, a única mulher de sua vida amorosa e sexual, trilha um caminho semelhante: pobre, criada nos Estados Unidos, torna-se uma estrela internacional da cultura pop, um objeto de desejo dos homens. Rai, fotojornalista, amigo de Ormus, mergulha em guerras e revoluções pelo mundo afora e também é apaixonado por Vina. Ao narrar a história desse triângulo amoroso, Rushdie cria uma versão complexa do mito grego de Orfeu e Eurídice, em que o homem apaixonado desce aos infernos para recuperar a mulher amada. E, superando a divisão entre Oriente e Ocidente, projeta o mundo contemporâneo como um lugar onde descer aos infernos talvez seja o único modo de encontrar sentido para a vida.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O Chão Que Ela Pisa”, de Salman Rushdie, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1999 e com 584 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 584
Ano: 1999
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857164893X
ISBN13: 9788571648937
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,895
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
