
Título: Histoire de la violence
Autor: Édouard Louis
Sinopse: J'ai rencontré Reda un soir de Noël. Je rentrais chez moi après un repas avec des amis, vers quatre heures du matin. Il m'a abordé dans la rue et j'ai fini par lui proposer de monter dans mon studio. Ensuite, il m'a raconté l'histoire de son enfance et celle de l'arrivée en France de son père, qui avait fui l'Algérie. Nous avons passé le reste de la nuit ensemble, on discutait, on riait. Vers six heures du matin, il a sorti un revolver et il a dit qu'il allait me tuer. Il m’a insulté, étranglé, violé. Le lendemain, les démarches médicales et judiciaires ont commencé. Plus tard, je me suis confié à ma sœur. Je l'ai entendue raconter à sa manière ces événements. En revenant sur mon enfance, mais aussi sur la vie de Reda et celle de son père, en réfléchissant à l’émigration, au racisme, à la misère, au désir ou aux effets du traumatisme, je voudrais à mon tour comprendre ce qui s'est passé cette nuit-là. Et par là, esquisser une histoire de la violence.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Histoire de la violence”, de Édouard Louis, publicado pela editora Seuil, em 2016 e com 229 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seuil
Páginas: 229
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9782021177787
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Seuil costuma levar o leitor a reflexões profundas sobre temas contemporâneos e históricos, com textos que equilibram rigor intelectual e acessibilidade. O catálogo revela um interesse por debates sociais, filosóficos e culturais, frequentemente abordados por meio de ensaios, crônicas e narrativas que exploram tanto questões globais como conflitos pessoais. O tom varia entre a análise crítica e a narrativa sensível, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, criando um ritmo que convida à contemplação e ao questionamento. As sinopses sugerem que há obras com abordagens mais densas e outras mais narrativas, mas todas com um foco claro em compreender as complexidades do mundo e da experiência humana.
