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História Constitucional Brasileira: Usos e abusos das normas

Título: História Constitucional Brasileira: Usos e abusos das normas

Autor: Antonio Gasparetto Júnior

Sinopse: A obra que o leitor tem em mãos aborda uma temática muito oportuna e importante para o momento de sua publicação, pois retrata bem a instrumentalização do Direito na história brasileira para viabilizar projetos autoritários e/ou excludentes. No decorrer de seus dez capítulos são analisados os diferentes regimes constitucionais do país enfocando práticas de uso e abuso da lei máxima brasileira. Além disso, o livro contribui para o enriquecimento do diálogo entre duas áreas de conhecimento com muita afinidade, a História e o Direito. Pretende, assim, enriquecer a capacidade analítica no que se refere a aspectos políticos e jurídicos de nosso presente e de nossas experiências históricas, tal como enriquecer encontros e transdisciplinaridades por meio de abordagens de temas semelhantes que fazem uso de fontes do campo jurídico. História Constitucional Brasileira oferece uma leitura abrangente e necessária para se compreender a relação da política com o Direito no Brasil.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “História Constitucional Brasileira: Usos e abusos das normas”, de Antonio Gasparetto Júnior, publicado pela editora Multifoco, em 2017 e com 322 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Multifoco

Páginas: 322

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788559966787

    Sobre a editora

    Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.

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