
Título: História da Loucura
Autor: Michel Foucault
Sinopse: Neste livro, o autor põe em xeque concepções firmadas sob o rótulo de possíveis verdades científicas, como no campo da medicina psiquiátrica, em que sua análise crítica atingiu a operacionalidade terapêutica das noções tradicionais de sanidade e loucura. Este livro de Michel Foucault, já um ''''clássico'''' da filosofia moderna, não pretende fazer a história dos loucos ao lado, em presença ou no convívio das pessoas ''''normais''''; nem a história da razão em oposição à da loucura. Trata-se de levantar a história dessa divisão incessante, porém sempre modificada - divisão que se produz através de muitas outras, como as definidas por produção, trabalho, riqueza, estrutura familiar, penalidade, coações morais etc. Não é, de modo algum, a medicina quem definiu os limites entre a razão e a loucura; no entanto, desde o século XIX, foram os médicos que se encarregaram de vigiar a fronteira e montar guarda na sua cancela. Afixaram nela o rótulo ''''doença mental'''', indicação que vale como interdição.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “História da Loucura”, de Michel Foucault, publicado pela editora Perspectiva, em 2019 e com 560 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Perspectiva
Páginas: 560
Ano: 2019
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527301091
ISBN13: 9788527301091
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,614
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 3,10
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
