
Título: História Da Ponte De Igapó
Autor: Manoel Fernandes de Negreiros Neto
Sinopse: Como homens, máquinas e dinheiro da primeira república realizaram uma obra memorável e durável. Por trás de todas as dificuldades de um Brasil sem indústrias de base no cenário das ferrovias e pontes estava um engenheiro determinado e empreendedor. A então Natal provinciana, de 1912, já tinha a sua primeira obra emblemática, a Fortaleza da Barra do Rio Grande. Essa viria a ser a segunda. A ponte metálica sobre o rio Potengi ou ponte de Igapó, como ficou conhecida, foi a obra que libertou a cidade em direção ao noroeste da capital e outros estados no ano de 1916. Uma construção bem além da tecnologia brasileira.
Contexto da obra
Na área de Engenharia e Tecnologia, obras como esta costumam ser lidas a partir de seu valor técnico e formativo. “História Da Ponte De Igapó”, de Manoel Fernandes de Negreiros Neto, publicado pela editora Appris Editora, em 2022 e com 461 páginas, integra a categoria Livros de Engenharia e Tecnologia. Por isso, o contexto da obra pesa bastante para entender seu valor dentro de uma área mais especializada.
Editora: Appris Editora
Páginas: 461
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6525019206
ISBN13: 9786525019208
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,560
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
