
Título: História do Cerco de Lisboa
Autor: José Saramago
Sinopse: «Há muito que Raimundo Silva não entrava no castelo. Decidiu-se a ir lá. O autor conta a história de um narrador que conta uma história, entre o real e o imaginário, o passado e o presente, o sim e o não. Num velho prédio do bairro do Castelo, a luta entre o campeão angélico e o campeão demoníaco. Raimundo Silva quer ver a cidade. Os telhados. O Arco Triunfal da Rua Augusta, as ruínas do Carmo. Sobe à muralha do lado de São Vicente. Olha o Campo de Santa Clara. Ali assentou arraiais D. Afonso Henriques e os seus soldados. Raimundo Silva «sabe por que se recusaram os cruzados a auxiliar os portugueses a cercar e a tomar a cidade, e vai voltar para casa para escrever a História do Cerco de Lisboa». Uma obra em que um revisor lisboeta introduz a palavra «não» num texto do século XII sobre a conquista de Lisboa aos mouros pelos cruzados.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “História do Cerco de Lisboa”, de José Saramago, publicado pela editora Caminho, em 2012 e com 348 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caminho
Páginas: 348
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789722122092
Sobre a editora
Os livros da editora Caminho costumam explorar temas sociais, históricos e políticos com uma linguagem que varia entre o rigor e a leveza irônica. O catálogo traz narrativas que transitam entre o drama humano e a reflexão crítica, muitas vezes ambientadas em contextos marcados por conflitos, mudanças sociais e dilemas éticos. A experiência de leitura pode ser tanto densa e metafórica quanto acessível e direta, com obras que dialogam com a memória coletiva e a cultura, incluindo poesia, crônicas e ficção. O tom ora é sóbrio, ora irônico, e o ritmo pode oscilar entre a fluidez narrativa e a intensidade reflexiva, convidando o leitor a pensar sobre o tempo, a história e a condição humana.
