
Título: Historia Em Tres Atos
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós
Sinopse: Bartolomeu Campos de Queirós, uma das mais importantes vozes da produção cultural para crianças e jovens da atualidade, nesta História em 3 Atos – o ato do gato; o ato do pato; o ato do rato – cria uma maneira alegre, dinâmica e lúdica de brincar com as palavras. No primeiro ato o gato vê o pato,/ tem um susto,/ cai o G./ o pato vê o gato,/ tem um susto,/ perde o P/ O P se esconde no pé do pato./ O G se esconde na garra do gato./ O gato que é ato procura o G./ O pato que é ato procura o P. (…) No segundo ato o gato vira pato. Surgem, assim, durante a leitura, novas possibilidades linguísticas com o acréscimo ou eliminação de uma letra. O gato come o R do rato e vira grato. O rato sem R vira ato. A criança é levada a interagir com o texto e a descobrir o prazer estético das palavras.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Historia Em Tres Atos”, de Bartolomeu Campos de Queirós, publicado pela editora Global Editora, em 2005 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2005
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526010344
ISBN13: 9788526010345
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,900
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
