
Título: O Ovo e o Anjo
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós
Sinopse: Um poema sobre aves, anjos, meninos e ovos. De cada uma dessas palavras nascem relações que vão construindo o sentido do poema: o ovo pode ser um voo; sua clara pode ser prata… O autor, sempre brilhante no manejo com as palavras, mais uma vez demonstra sua habilidade em brincar com elas, em descobrir relações semânticas e sonoras, em seduzir o leitor com a singeleza da expressão poética. As ilustrações de Lelis conversam profundamente com as palavras do poeta. Em O ovo e o anjo, Bartolomeu Campos de Queirós seduz o leitor com a singeleza da expressão poética. Todo ovo tem asas./ Todo ovo é ave. Todo ovo é vâo. Toda ave voa. (…) Eu escuto a ave cantar/ Nunca escuto anjo rezar. Tem coisas que eu vejo/ e outras que só ouvi falar.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “O Ovo e o Anjo”, de Bartolomeu Campos de Queirós, publicado pela editora Global Editora, em 2007 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526012045
ISBN13: 9788526012042
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,880
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
