
Título: Historia para matar a mulher boa
Autor: Ana Johann
Sinopse: Helena é uma mulher comum, uma mulher boa. Uma mulher que pouco pensou em suas escolhas e teve sua história construída pela normatividade, pelo padrão, pela ordem natural das coisas que, quando encarada com desatenção, conduz a mulher a um enredo no qual ela é coadjuvante da própria vida. Porém, a ruptura desta condição já vem no título: o que temos aqui é a história para matar a mulher boa. Vinda de uma família conservadora do interior, com estudos frustrados e sonhos interrompidos por uma gravidez, Helena sonha com uma serpente que lhe sussurra: "você precisa". Mas você precisa o quê? Em seu romance de estreia, Ana Johann nos traz a mulher que habita todas as mulheres: aquela que anseia pela ruptura da inércia, pela transgressão de seu papel, mas percebe em seu cotidiano um grande campo minado, pelo qual ela terá que caminhar na ponta dos pés até encontrar algum ponto de sustentação.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Historia para matar a mulher boa”, de Ana Johann, publicado pela editora Editora Nós, em 2023 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Nós
Páginas: 256
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020856
ISBN13: 9788569020851
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
