
Título: Um belo diploma
Autor: Scholastique Mukasonga
Sinopse: Como salvar uma filha de uma morte certa? Talvez, como crê o pai de Scholastique Mukasonga, confiando-a à escola, a fim de que ela obtenha um “belo diploma”. Assim, ela não será mais nem tutsi nem hutu. Ela atingirá o status inviolável de “evoluída”. É justamente para obter um diploma, que a menina será obrigada a tomar o caminho do exílio. Ela passará de país em país, do Burindi à Djibouti, até chegar à França. Ao longo da travessia, às vezes, as chances prometidas por este papel parecem uma certeza. Noutras, desaparecem como uma miragem. Mas ao fim, como lhe havia dito seu pai, este “belo diploma” será um talismã, para sempre uma fonte de energia, que permitirá a ela superar a desesperança, a desilusão e a desventura. Em “Um belo diploma”, Scholastique Mukasonga volta à sua veia autobiográfica, com seu estilo fluido, pleno de humor e de fantasia, que resulta em apaixonantes relatos de suas memórias – dolorosas sim, mas também belas e inspiradoras.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Um belo diploma”, de Scholastique Mukasonga, publicado pela editora Editora Nós, em 2020 e com 260 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Editora Nós
Páginas: 260
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586135133
ISBN13: 9786586135138
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,230
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
