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História Pública No Brasil

Título: História Pública No Brasil

Autor: Ana Maria Mauad

Sinopse: Os instigantes textos deste livro, produzidos por intelectuais e pesquisadores que têm se dedicado à prática e à reflexão da história pública, consistem em uma contribuição sólida e singular à literatura da área, no Brasil. Trata-se da principal reunião de escritos sobre o tema após o livro seminal Introdução à história pública, publicado em 2011. Neste intervalo, a Rede Brasileira de História Pública (RBHP) foi fundada, reunindo centenas de participantes de dentro e fora do país no 1º Simpósio Internacional de História Pública: A história e seus públicos, na Universidade de São Paulo, em 2012, e no 2º Simpósio Internacional de História Pública: Perspectivas para a história pública no Brasil, na Universidade Federal Fluminense, em 2014. Consolidada como um importante locus para a discussão sobre os vários engajamentos possíveis entre história e público, a RBHP tem contribuído para a divulgação e a reflexão sobre esta prática ainda emergente.

Contexto da obra

Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “História Pública No Brasil”, de Ana Maria Mauad, publicado pela editora Letra e Voz, em 2016 e com 354 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.

Editora: Letra e Voz

Páginas: 354

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8562959421

ISBN13: 9788562959424

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,645
  • Altura (cm): 25,50
  • Largura (cm): 18,00
  • Espessura (cm): 1,70

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Letra e Voz convida a uma imersão cuidadosa em temas ligados à história oral, memória e processos culturais. O catálogo privilegia abordagens densas e reflexivas, que articulam relatos pessoais e análises acadêmicas, frequentemente explorando as tensões entre identidade, subjetividade e contexto social. A narrativa tende a ser mais analítica do que meramente descritiva, com textos que dialogam entre história, linguística, estética e política. O ritmo costuma ser contemplativo, favorecendo o aprofundamento em experiências humanas complexas, como envelhecimento, direitos humanos e mediações culturais. O material de apresentação indica também uma atenção especial a questões de gênero, música e produção cultural, com trabalhos que combinam pesquisa empírica e reflexão teórica.

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