
Título: Homem Bom é Homem Morto
Autor: GABY HAUPTMAN
Sinopse: Depois do sucesso de 'Mulher solteira procura homem impotente para relacionamento sério', Gaby Hauptmann oferece ao leitor 'Homem bom é homem morto' e se serve de boas doses de humor negro, sarcasmo e ironia para contar a história de Ursula. A protagonista é uma mulher forte e decidida que esteve à sombra do esposo durante os trinta anos de casada. Obrigada a aceitar as excentricidades dele, Ursula acumulou uma raiva que jamais pôde ser liberada. Sua sexualidade, opiniões e decisões estiveram oprimidas. A viuvez, no entanto, fez uma verdadeira revolução. Depois de mudar a aparência e a si mesma, tomar posse da EWW, comandando 124 funcionários, o passo seguinte é se permitir um certo envolvimento com os homens que aparecem em sua vida.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Homem Bom é Homem Morto”, de GABY HAUPTMAN, publicado pela editora ROCCO, em 2002 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: ROCCO
Páginas: 296
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532514022
ISBN13: 9788532514028
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
