
Título: Homme Devant La Mort Tome 2, L'
Autor: Philippe Aries
Sinopse: La mort a son historien : Philippe Ariès. L'Homme devant la mort est une plongée dans l'inconscient collectif autour d'un sujet devenu tabou mais qui ne le fut pas toujours : de Homère à Tolstoï, la mort était familière ; maintenant "on n'ose pas dire son nom". Philippe Ariès convie le lecteur, entre Le Temps des gisants et La Mort ensauvagée, à cette confrontation intimidante avec les sépultures, les rites funéraires et les tombeaux. Tout au long des siècles, la psychologie de la mort évolue. La mélancolie d'une vie trop brève, l'effroi provoqué par le personnage du mort-vivant, la pratique testamentaire qui personnalise le moment du décès sont autant de facettes macabres qui trahissent les rapports compliqués que l'homme entretient avec la grande faucheuse. Acabamento: Paperback. Peso: 385g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Homme Devant La Mort Tome 2, L’”, de Philippe Aries, publicado pela editora Editions Du Seuil, em 1985 e com 345 páginas, integra a categoria História Geral. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Editions Du Seuil
Páginas: 345
Ano: 1985
Edição: 1ª EDICAO
ISBN:
ISBN13: 9782020089456
Sobre a editora
Os livros da editora Editions Du Seuil convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a sociedade e a história, com um olhar que atravessa tempos e espaços variados. O catálogo privilegia obras que exploram tensões sociais, como as diferenças de classe nas guerras, as complexidades das relações humanas e as contradições da imigração. A leitura é marcada por um tom denso e analítico, muitas vezes filosófico ou histórico, que não se limita a narrativas lineares, mas se aprofunda em múltiplas perspectivas e interpretações. As obras apresentam um equilíbrio entre textos mais ensaísticos, que dialogam com a filosofia e a psicanálise, e narrativas que trazem histórias pessoais ou coletivas em contextos geográficos específicos, como a África ou o Magrebe. Essa diversidade sugere um catálogo que valoriza tanto a análise crítica quanto a experiência literária, com ritmo que pode variar do rigor acadêmico a uma prosa mais envolvente e até irônica.
