
Título: La méthode: 1. La Nature de la Nature
Autor: Edgar Morin
Sinopse: Nous avons besoin de ce qui nous aide à penser par nous-même : une méthode. Nous avons besoin d'une méthode de connaissance qui traduise la complexité du réel, reconnaisse l'existence des êtres, approche le mystère des choses. La méthode de la complexité qui s'élabore dans ce premier volume demande : - de concevoir la relation entre ordre/désordre/organisation et d'approfondir la nature de l'organisation. - de ne pas réduire le phénomène à ces éléments constitutifs ni l'isoler (ou l'abstraire) de son environnement. - de ne pas dissocier le problème de la connaissance de la nature de celui de la nature de la connaissance. Tout objet doit être conçu dans sa relation avec un sujet connaissant, lui-même enraciné dans une culture, une société, une histoire.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La méthode: 1. La Nature de la Nature”, de Edgar Morin, publicado pela editora Éditions du Seuil, em 1977 e com 399 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Éditions du Seuil
Páginas: 399
Ano: 1977
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2020057719
ISBN13: 9782020057714
Sobre a editora
Os livros da editora Editions Du Seuil convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a sociedade e a história, com um olhar que atravessa tempos e espaços variados. O catálogo privilegia obras que exploram tensões sociais, como as diferenças de classe nas guerras, as complexidades das relações humanas e as contradições da imigração. A leitura é marcada por um tom denso e analítico, muitas vezes filosófico ou histórico, que não se limita a narrativas lineares, mas se aprofunda em múltiplas perspectivas e interpretações. As obras apresentam um equilíbrio entre textos mais ensaísticos, que dialogam com a filosofia e a psicanálise, e narrativas que trazem histórias pessoais ou coletivas em contextos geográficos específicos, como a África ou o Magrebe. Essa diversidade sugere um catálogo que valoriza tanto a análise crítica quanto a experiência literária, com ritmo que pode variar do rigor acadêmico a uma prosa mais envolvente e até irônica.
