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Homo ludens

Título: Homo ludens

Autor: Johan Huizinga

Sinopse: Si le nom d'Homo sapiens ne convient pas très bien à notre espèce parce que nous ne sommes pas tellement raisonnables, si celui d'Homo faber nous définit encore moins bien, car faber peut qualifier maint animal, ne pourrait-on pas ajouter à ces termes celui d'Homo ludens, " homme qui joue ? " C'est ce que propose Johan Huizinga dans cet essai, où il montre que le jeu est facteur fondamental de tout ce qui se produit au monde. Après avoir défini le jeu comme une action libre, sentie comme fictive et située en dehors de la vie courante, capable néanmoins d'absorber totalement le joueur - une action dénuée de tout intérêt matériel et de toute utilité, qui s'accomplit en un temps et dans un espace expressément circonscrits, se déroule avec ordre selon des règles données, dans une ambiance de ravissement et d'enthousiasme, et suscite, dans la vie, des relations de groupes s'entourant volontiers de mystère en accentuant par le déguisement leur étrangeté vis-à-vis du monde habitude -, Johan Huizinga montre la présence extrêmement active et féconde de ce jeu dans l'avènement de toutes les grandes formes de la vie collective : culte, poésie, musique et danse, sagesse et science, droit, combat et guerre.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Homo ludens”, de Johan Huizinga, publicado pela editora Editions Gallimard, em 1988 e com 340 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editions Gallimard

Páginas: 340

Ano: 1988

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2070712796

ISBN13: 9782070712793

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Johan Huizinga conduz a um mergulho profundo em períodos históricos e culturais através de uma prosa rica e detalhada, que equilibra o rigor analítico com uma sensibilidade quase antropológica. O ritmo é contemplativo, convidando o leitor a observar os contrastes e nuances da vida medieval e das transformações culturais, sem se prender a visões simplistas ou lineares. Há uma tensão constante entre passado e presente, entre a vontade de compreender e a impossibilidade de capturar por completo a complexidade das mentalidades antigas. O foco intelectual se alia a uma percepção aguçada dos sentimentos humanos, como felicidade, medo e afeto, revelando uma história que pulsa em suas expressões artísticas, religiosas e sociais. Esses livros exploram também o papel do jogo como elemento central da cultura, ampliando o campo de reflexão para além da história tradicional. Ler Huizinga é confrontar a fragilidade das estruturas sociais e culturais, percebendo a cultura como um organismo vivo em constante transformação.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Editions Gallimard oferece um mergulho em narrativas que transitam entre o histórico e o íntimo, com textos que exploram desde autobiografias densas até contos que revelam o lado mais cru e humano dos personagens. O catálogo privilegia uma prosa que valoriza a complexidade das relações sociais e psicológicas, frequentemente ambientadas em contextos históricos marcantes, como a Renascença ou o apartheid. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com histórias que podem ser tanto reflexivas quanto marcadas por conflitos dramáticos e intrigas. Em algumas obras, o ritmo é mais pausado e reflexivo, enquanto outras apresentam um desenrolar mais ágil e suspense, evidenciando a diversidade editorial.

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