
Título: How to Save a Life
Autor: Sloan Parker
Sinopse: Reporter Kevin Price has a knack for tripping over his own feet. And everyone else's. He's in over his head undercover at the Haven, a swanky gay sex club, determined to find out why members of the club keep vanishing. Five minutes inside and he can no longer deny the truth about his sexuality. He turns to the one man he can't get out of his head, the sexy ex-cop handling security. Too bad Kevin doesn't trust cops. Not since the only night he let himself be with another man. Walter Simon doesn't do the club scene anymore. Not since he found love and lost it. That doesn't mean he'll let anyone hurt more innocent gay men. Even if that means going head-to-head with the klutzy, closeted, much-younger reporter. Kevin has information about the disappearances. Better to keep him close. And safe.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How to Save a Life”, de Sloan Parker, publicado pela editora Loose Id, em 2013 e com 378 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas: 378
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1623000769
ISBN13: 9781623000769
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
