
Título: Temple Boy: Etsey Novels #2
Autor: Heidi Cullinan
Sinopse: Though he’s lived his whole life in a monastery, temple boy Aurel doesn’t believe in God -- not until he wakes up knowing with stone-cold certainty God is dead. Then yet another god appears and he tells Aurel he’s a god too, and that it’s up to him to save the world. Now giant stone beasts are running him down at mass, witches are dropping out of the sky, and a sad, headless man named Charles whispers to Aurel in his dreams. It isn't until a band of vengeful women warriors drag him into the desert and introduce Aurel to a lover of his own that he realizes how much not just his life but the lives of others are at stake. Whatever he does with his newfound power, be it taking Charles's place or finding a way to restore him to Timothy's side, he'll have to do it soon, because the man who had Charles killed is looking for Aurel too. But while Aurel has always taken refuge in being a simple temple boy, he quickly learns all the power in the universe isn't worth anything unless he also believes in himself and his lover.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Temple Boy: Etsey Novels #2”, de Heidi Cullinan, publicado pela editora Loose Id e em 2011, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas:
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1611184177
ISBN13: 9781611184174
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
