
Título: Hungria 1956... E o Muro Começa a Cair
Autor: Ladislao Szabo
Sinopse: O Muro de Berlim começou a cair na Hungria. Parte do bloco socialista comandado pela então União Soviética, a Hungria se posicionava contra a ditadura dos seguidores de Stalin, com suas torturas e execuções em massa dos supostos inimigos do regime, o culto à personalidade do ditador e o autoritarismo arbitrário. A revolução húngara de 1956 foi um dos mais importantes sinalizadores da queda do Muro de Berlim, da derrocada da União Soviética e do "socialismo real". Neste livro, os autores perfazem detalhadamente e analisam todos os ângulos desse levante, que teve adesão tanto de intelectuais e estudantes quanto dos trabalhadores e que por suas conquistas como um movimento de liberdade foi esmagado. A obra, com documentos inéditos em língua portuguesa, trata ainda das repercussões do levante húngaro no Brasil. Uma leitura apaixonante.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Hungria 1956… E o Muro Começa a Cair”, de Ladislao Szabo, publicado pela editora Contexto, em 2006 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Contexto
Páginas: 176
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788572443418
Sobre a editora
Os livros da editora CONTEXTO são marcados por um rigoroso compromisso com temas acadêmicos e sociais relevantes, especialmente nas áreas de História, Linguística e Educação. A experiência de leitura costuma ser densa e reflexiva, com obras que combinam clareza expositiva e aprofundamento teórico, como em análises históricas que abrangem desde o Brasil Império até movimentos sociais contemporâneos, ou estudos linguísticos que exploram desde a sintaxe do português brasileiro até a semiótica. O catálogo revela um interesse constante em conectar a pesquisa acadêmica com a prática pedagógica, destacando obras que dialogam diretamente com educadores, estudantes universitários e pesquisadores. Há uma predominância de textos que adotam tom didático e crítico, equilibrando narrativas históricas, ensaios conceituais e guias práticos, o que sugere um público leitor atento à formação e à compreensão aprofundada dos temas.
