
Título: In Vino Veritas
Autor: Kierkegaard
Sinopse: «In Vino Veritas» é a primeira das três partes que constituem os «Estádios no Caminho da Vida», livro publicado em 1845, por «iniciativa» de um tal Hilarius Bogbinder (uma das várias máscaras pseudonímicas de que Kierkegaard fez uso). O texto, que mantém uma analogia distante com «O Banquete de Platão», integra vários discursos – de intenção cómica – em torno dos temas do amor e da mulher, supostamente recordados e narrados por William Afham (um outro pseudónimo do autor). As figuras intervenientes ilustram o chamado «estádio estético» da existência, enquanto as partes II e III dos Estádios são dedicadas respectivamente aos estádios «ético» e «religioso». Os três «estádios», contudo, estão longe de constituir etapas fixas de um devir comum aos indivíduos; pelo contrário, Kierkegaard procura precisamente imaginar múltiplas possibilidades de pensar a «existência», múltiplos caminhos capazes de abrir os indivíduos à dimensão de infinito que escapa ao viver destituído de experiência poética.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “In Vino Veritas”, de Kierkegaard, publicado pela editora Antígona, em 2005 e com 206 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Antígona
Páginas: 206
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9726081726
ISBN13: 9789726081722
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.
