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Indigno de ser humando: Osamu Dazai

Título: Indigno de ser humando: Osamu Dazai

Autor: Osamu Dazai

Sinopse: Indigno de ser humando - 05 Septiembre 2010 Publicada por primera vez en 1948, "Indigno de ser humano" es una de las novelas más célebres de la literatura japonesa contemporánea. Su polémico y brillante autor, Osamu Dazai, incorporó numerosos episodios de su turbulenta vida a los tres cuadernos que conforman esta novela y que narran, en primera persona y de forma descarnada, el progresivo declive como ser humano de Yozo, joven estudiante de provincias que lleva una vida disoluta en Tokio. Repudiado por su familia tras un intento de suicidio e incapaz de vivir en armonía con sus hipócritas semejantes, Yozo malvive como dibujante de historietas y subsiste gracias a la ayuda de mujeres que se enamoran de él pese a su alcoholismo y adicción a la morfina. Sin embargo, tras el despiadado retrato que Yozo hace de su vida, Dazai cambia repentinamente de punto de vista y nos muestra, mediante la voz de una de las mujeres con las que Yozo convivió, una semblanza muy distinta del trágico protagonista de esta perturbadora historia. "Indigno de ser humano" se ha convertido, con el paso de los años, en una de las obras más populares de la literatura japonesa, superando los diez millones de ejemplares vendidos desde su primera publicación.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Indigno de ser humando: Osamu Dazai”, de Osamu Dazai, publicado pela editora Sajalin Editores, em 2010 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Sajalin Editores

Páginas: 124

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN:

ISBN13: 9788493741372

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Osamu Dazai traz uma imersão em personagens marcados por uma profunda sensação de deslocamento e alienação, muitas vezes narrados em primeira pessoa com uma honestidade crua e quase desconcertante. O ritmo alterna entre momentos de humor ácido e um tom melancólico, criando uma tensão constante entre a busca por conexão humana e a incapacidade de encontrá-la. O foco está na fragilidade emocional e nas contradições internas, onde o narrador frequentemente se apresenta como um fracasso, mas também como alguém que observa o mundo com ironia e sensibilidade. A prosa pode variar entre o lírico e o seco, mas mantém uma densidade que convida à reflexão sobre o sentido da existência e as máscaras sociais. Essa experiência de leitura deixa no leitor uma pergunta inquietante sobre o que significa ser humano em meio a um mundo que parece rejeitá-lo.

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