
Título: Israel, Jezebel
Autor: Vicente Vitor
Sinopse: Todos nós podemos (senão devemos) ser nós próprios e o nosso contrário - nisto acredita o narrador de ‘Israel, Jezebel’. Opondo a realidade de estar em casa ou longe dela, a religiosidade ou sua falta, uma paixão profana ou a busca pelo sagrado, o escritor português Vitor Vicente nos apresenta o seu romance em dois momentos distintos: o presente, em Israel; e um passado recente, onde há o percurso do seu relacionamento com Jezebel. Expatriado e em constante mudança, segue viagem não pelo destino, mas pelo prazer da trajetória. Carregando a vida em sua bagagem, vai descobrir que sua Pátria não está em um lugar, mas no contato com as pessoas com quem cruza e as que se demoram, nos encontros com Jezebel, e em Deus. Mas, antes mesmo de se identificar com qualquer religião, para ele a busca por significados está nas coisas pequenas. É assim que segue seus dias. É assim que se encontra. É como admite construir a sua narrativa romanesca. ‘Israel, Jezebel’ é um livro inusitado que faz refletir sobre as contradições que nos constroem, com as quais muitas vezes lutamos, mas que são também parte de nós.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Israel, Jezebel”, de Vicente Vitor, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2019 e com 88 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 88
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556622534
ISBN13: 9788556622532
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,118
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
