
Título: Jean-Jacques Rousseau. A Transparência e O Obstáculo
Autor: Jean Starobinski
Sinopse: É com o olhar do filósofo, do ensaísta, do médico, do músico e do crítico literário que Jean Starobinski - a exemplo dos grandes humanistas do século - esquadrinha a obra de Jean-Jacques Rousseau. Delicadamente, Starobinski dedica a mesma atenção à evidência e às sombras do espírito, interroga o sentido dos gestos começados e interrompidos, investiga a amarga reflexão de Rousseau ao ter de afrontar a perda de um mundo regido pela transparência e ser condenado a viver em um mundo mediado pela propriedade e pelas instituições. Apoiando suas análises na sensibilidade do artista e na razão do filósofo e cientista, Starobinski segue um duplo movimento, que alguns críticos chamam de "dialética das aparências": interroga o mundo visível, denunciando as aparências enganosas, mas ao mesmo tempo dá a essas aparências um sentido novo e inteiramente diferente.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Jean-Jacques Rousseau. A Transparência e O Obstáculo”, de Jean Starobinski, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2011 e com 560 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 560
Ano: 2011
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535918515
ISBN13: 9788535918519
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,454
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
