
Título: Jerusalem: Uma Cidade, Três Religiões
Autor: Karen Armstrong
Sinopse: Como que saída da pena de Borges ou de Calvino, Jerusalém guarda muito de fantástico e imaginário em seus muros milenares. Mas a cidade toma contornos e significados próprios aos olhos de cada uma das três principais religiões do Ocidente: o islamismo, o judaísmo e o cristianismo. E é sob o prisma dessa "geografia sagrada" refletida de volta no mundo secular que os estudiosos tentam compreender seu sentido mais profundo.Num livro que abarca desde os primeiros vestígios de povoamento na região até os nossos dias, Karen Armstrong narra toda a história de ocupações e intolerância - mas muitas vezes também de convivência pacífica - que forjou o destino da Cidade Santa, e mostra como a aura mítica que Jerusalém adquire para judeus, cristãos e muçulmanos desafia a busca de uma solução meramente racional para os conflitos que até hoje marcam a região.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Jerusalem: Uma Cidade, Três Religiões”, de Karen Armstrong, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 560 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 560
Ano: 2000
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535900047
ISBN13: 9788535900040
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,855
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
