
Título: Jornal Falado
Autor: Antonieta Dias De Moraes
Sinopse: Em Jornal falado, Antonieta Dias de Moraes reúne vinte e oito poemas de assuntos diversos. Uma leitura estimulante! É o anúncio, o trem sem rumo, o rato e o elefante, a canção do boi no curral, o sapo na lagoa, o dom peixote, a Amélia, o papagaio em Portugal, a boneca de Sofia, o desenho de caminhão, a lavadeira, entre outros títulos. Urubu da pena preta/ quando nasce branco é./ Urubu não é passarinho,/ urubu que bicho é?// Urubu-ê! Urubu-ê!// Pra começo de conversa,/ urubu preto ave é;/ urubu dança sentado,/ urubu dança de pé. Um livro em que a criança, brincando, apropria-se das várias possibilidades do uso da língua, do jogo sonoro das palavras e da expressividade do gênero poético. Um livro para que também a criança olhe e sinta de outra forma as questões mais simples do cotidiano.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Jornal Falado”, de Antonieta Dias De Moraes, publicado pela editora Global Editora, em 1982 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 48
Ano: 1982
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526003585
ISBN13: 9788526003583
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
