
Título: Jornalismo brasileiro.
Autor: Melo de
Sinopse: Neste novo livro o Professor Marques de Melo apresenta o perfil do jornalismo brasileiro. Trabalho de fôlego sobre as origens do jornalismo no Brasil, estabelece a relação das tendências internacionais da produção noticiosa com a produção que é feita na imprensa brasileira. Ela se manifesta nos gêneros cultivados pelos seus produtores, mas transparece também na forma de organização do trabalho dos jornalistas dentro das empresas. Para caracterizar a identidade assumida pela informação de atualidades no Brasil contemporâneo, o Professor José Marques de Melo elaborou um ambicioso projeto de pesquisa, cuja meta principal constitui a análise comparativa dos processos jornalísticos, no tempo e no espaço. Enquanto persiste nessa fascinante empreitada, o pesquisador julgou conveniente socializar os primeiros resultados com as gerações que se iniciam na atividade jornalística.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Jornalismo brasileiro.”, de Melo de, publicado pela editora Sulina, em 2003 e com 239 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Sulina
Páginas: 239
Ano: 2003
Edição: Comunica‹o
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520503411
ISBN13: 9788520503416
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,310
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
