
Título: Journeys To Abstraction
Autor: Sue St. John
Sinopse: We don't have to know what a painting is if we know how it makes us feel. A fun, fascinating survey of abstract art, Journeys to Abstraction offers a behind-the-scenes look at how contemporary artists break free from literal depiction to rejoice in the pure expressive power of color, line and texture. 58 artists share 100 striking abstract paintings, along with the ideas, inspirations and diverse working processes behind them. Covers a wide variety of traditional and non-traditional media and techniques, including watercolor, collage, acrylics, ink and more. Four step-by-step demonstrations show how abstract pieces come together from start to finish. Discover how artists paint, pour, scrape, spray, carve, stamp, collage and otherwise build complex layers of texture and meaning. Painting with egg cartons, turning acrylic paints into shards of "stained glass," incorporating old "failed" paintings into fresh finished pieces...anything goes in abstract art! Marked by an inspiring freedom of form and content, this is a liberating book for any artist in search of new, dynamic forms of self-expression.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Journeys To Abstraction”, de Sue St. John, publicado pela editora Penguin, em 2012 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 192
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 1440311536
ISBN13: 9781440311536
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
