
Título: Judas no Paiol
Autor: Cupertino Freitas
Sinopse: Reprimida por uma tia fanática e pelo tirânico reverendo que comanda uma seita fundamentalista numa vila poeirenta dos Inhamuns, Benigna não pode fazer coisas corriqueiras como ouvir rádio e dançar forró, muito menos realizar seu sonho de ser noiva de quadrilha. A liberdade pode ser experimentada somente em visitas ao sítio de sua avó, que conserta um velho boneco de Judas para ser parceiro de dança da neta. Casar com Tadeu, criador de cabras e fornecedor de fósseis para um casal de contrabandistas americanos, parece ser o passaporte para uma vida mais excitante, no entanto Benigna descobre que o noivo se converteu ao culto fundamentalista. Não lhe resta outra opção a não ser fugir. Quando finalmente escapa, se vê no meio de uma batalha por um valioso fóssil de ancestral humano e precisa retornar para a vila, quando finalmente irá confrontar a tia e o pastor e se libertar de vez.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Judas no Paiol”, de Cupertino Freitas, publicado pela editora Moinhos, em 2018 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Moinhos
Páginas: 152
Ano: 2018-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8545557272
ISBN13: 9788545557272
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.
