
Título: Julho é um bom mês pra morrer
Autor: Betomenezes
Sinopse: Julho é um bom mês para morrer conta a história de Laura, uma blogueira de trinta e cinco anos obrigada a sair do seu apartamento após uma sentença judicial irrecorrível. Ignorando os reiterados avisos de demolição, ela insiste em ficar e aceitar as consequências dessa decisão e, emparedada em seu quarto do pânico improvisado, decide escrever uma carta que nunca será entregue à mãe, uma figura enigmática que Laura não vê desde a infância, enquanto o mundo lá fora rui à sua volta. Narrada de forma não-linear, a carta de despedida de Laura leva o leitor à virada do século, onde é apresentado à sua vida conturbada, seu relacionamento com a avó e a irmã, o contato com as drogas e a religião, suas inúmeras relações e decepções amorosas, além de um trágico evento do passado pelo qual ela busca redenção. Sem tempo a perder, Laura está disposta a dizer tudo o que precisa no pouco que lhe resta.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Julho é um bom mês pra morrer”, de Betomenezes, publicado pela editora Patuá, em 2015 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 216
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8582972040
ISBN13: 9788582972045
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
