
Título: Kim Jiyoung, Born 1982: A Novel
Autor: Cho Nam-joo
Sinopse: A New York Times Editors Choice Selection
A global sensation, Kim Jiyoung, Born 1982 “has become...a touchstone for a conversation around feminism and gender” (Sarah Shin, Guardian). One of the most notable novels of the year, hailed by both critics and K-pop stars alike, Kim Jiyoung, Born 1982 follows one woman’s psychic deterioration in the face of rampant misogyny. In a tidy apartment on the outskirts of Seoul, millennial “everywoman” Kim Jiyoung spends her days caring for her infant daughter. But strange symptoms appear: Jiyoung begins to impersonate the voices of other women, dead and alive. As she plunges deeper into this psychosis, her concerned husband sends her to a psychiatrist. Jiyoung narrates her story to this doctor―from her birth to parents who expected a son to elementary school teachers who policed girls’ outfits to male coworkers who installed hidden cameras in women’s restrooms. But can her psychiatrist cure her, or even discover what truly ails her? “A social treatise as well as a work of art” (Alexandra Alter, New York Times), Kim Jiyoung, Born 1982 heralds the arrival of international powerhouse Cho Nam-Joo.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Kim Jiyoung, Born 1982: A Novel”, de Cho Nam-joo, publicado pela editora Liveright, em 2021 e com 176 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Liveright
Páginas: 176
Ano: 2021-03-02
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 1631498673
ISBN13: 9781631498671
Sobre a editora
Os livros da editora Liveright costumam oferecer experiências de leitura densas, que transitam entre narrativas históricas profundas e ficções com ambientações ricas e atmosféricas. O catálogo apresenta obras que exploram desde realidades sociais contemporâneas até reconstruções detalhadas de épocas passadas, com uma linguagem que pode variar entre o lírico e o direto, mas sempre com atenção à complexidade dos personagens e contextos. Há uma frequência em temas como transformações culturais, crises pessoais e coletivas, e o impacto da história na vida individual. O ritmo das obras pode oscilar entre o contemplativo e o intenso, com vozes narrativas que ora se aprofundam em reflexões, ora se lançam em tramas de tensão e conflito.
