
Título: Kislansky Cerâmicas. Argilas do Brasil
Autor: Israel Kislansky
Sinopse: No Brasil, além da escultura em pedra e madeira, a argila foi utilizada em larga escala para edificações e confecção de imagens religiosas. Este livro aponta as qualidades do uso da argila na produção cerâmica do escultor Israel Kislansky, que transcende as características técnico-científicas desse elemento e utiliza o corpo humano como tema. Kislansky desenvolve suas pesquisas plásticas explorando as possibilidades de argilas em todo o Brasil e experimenta tipos diferenciados de queimas, dos fornos elétricos aos fornos a gás. Nesta publicação, o escultor mostra a notoriedade desta matéria-prima que oferece plasticidade, beleza, origem natural, propriedades orgânicas e inorgânicas e a necessidade de uma exploração sustentável.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Kislansky Cerâmicas. Argilas do Brasil”, de Israel Kislansky, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2013 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 192
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582050682
ISBN13: 9788582050682
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,002
- Altura (cm): 38,50
- Largura (cm): 28,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
