
Título: La grande Histoire du monde
Autor: François Reynaert
Sinopse: Des grands empires de l’Antiquité à la chute de l’URSS, de l’Europe de Charlemagne au Japon du xixe siècle, de l’Asie des Mongols à l’Afrique de la décolonisation, François Reynaert nous convie, à travers une synthèse simple et claire, à un voyage extraordinaire au fil des siècles. Procédant par étapes chronologiques, il suit l’évolution des grandes civilisations les unes par rapport aux autres. Il réussit en même temps à nous faire comprendre la façon dont chaque peuple considère son passé. Face à la montée de nouvelles puissances, à l’importance de la Chine, de l’Iran, de l’Inde, au rôle essentiel que vont jouer l’Afrique et l’Amérique latine, il paraît urgent de mieux connaître l’histoire du monde. Synthétique et pédagogique, un ouvrage stimulant sur la complexité de notre monde globalisé. Simon Blin, Libération. Une lecture revigorante. Maurice Szafran, Challenges.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La grande Histoire du monde”, de François Reynaert, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2018 e com 960 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 960
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9782253180043
ISBN13: 9782253180043
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
