
Título: Lá Longe no Chora Menino
Autor: Jorge Miguel Marinho
Sinopse: Escrevi três histórias que são histórias de criança para gente grande saber. É tempo de juntar pessoas, idades, histórias, aproximar. Aconchegar a criança que tem dentro do adulto com o adulto que tem dentro da criança. Tudo bem de perto. Um jeito tão bom de amar a leitura com o que ela tem de mais sensível: tornar a palavra de um a palavra de todos. A alegria e a tristeza dos livros, sentimentos do mundo inteiro, são sempre um modo de ser feliz. Eu acredito que sim. Em casa, na escola, na vida, criança lendo com gente grande só dá certo. Não dá para errar o alvo de ler quando se casa conhecimento com prazer. Este livro acredita em histórias e em fabulação. Ninguém vive sem imaginar. Necessidade e desejo de todas as pessoas. Sem diferenças. É um livro que pede para ser lido por gente pequena e gente grande. Leitura não tem tamanho para se viver.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Lá Longe no Chora Menino”, de Jorge Miguel Marinho, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2017 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 48
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550407208
ISBN13: 9788550407203
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,840
- Altura (cm): 18,20
- Largura (cm): 12,20
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
