
Título: Laços que Não Se Rompem
Autor: Sulamita Santos
Sinopse: Em idos de 1800, Jacob herda a fazenda de seu pai. Já casado com Eleonora, sonha em ter um herdeiro para continuar seus negócios. Mas a vida lhes presenteia com Margarida, uma doce menina. Sempre lutando a favor dos escravos, essa família entende que o mundo é uma escola em que devemos aprender. Margarida, já adolescente, conhece Rosalina, filha de escravos, e ambas passam a nutrir grande amizade, sem saber que são almas irmanadas pelo espírito. O amor fraternal que sentem, e que nem a morte é capaz de separar, é visível por todos, que têm grande admiração pela sinhazinha. Totalmente desprovida de preconceito, Margarida vê em Rosalina a irmã que não teve e faz dela sua maior confidente.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Laços que Não Se Rompem”, de Sulamita Santos, publicado pela editora Lúmen, em 2011 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Lúmen
Páginas: 496
Ano: 2011
Edição: Religiao
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578130421
ISBN13: 9788578130428
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,720
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Lúmen costumam explorar narrativas que mesclam espiritualidade, conflitos familiares e jornadas de autoconhecimento, frequentemente ambientadas em contextos históricos ou contemporâneos marcados por desafios pessoais e sociais. A experiência de leitura tende a ser marcada por um tom reflexivo e emocional, com histórias que envolvem segredos, superação e relações humanas complexas. O catálogo indica uma preferência por tramas que abordam temas como reencarnação, mediunidade, e dilemas éticos, sempre com uma linguagem acessível e que convida à reflexão. Há obras que transitam entre o romance, o suspense e o ensaio, mostrando certa diversidade entre narrativas mais ficcionais e outras de cunho mais explicativo ou filosófico.
